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Perennials: uma nova geração de mulheres

Vera Minelli (à esq..) com as filhas Gabriela Pugliesi e Marcella Minelli. Elas dividem roupas, acessórios, a turma de amigos e confidências íntimas (Foto: Autumn Sonnichsen)Vera Minelli (à esq..) com as filhas Gabriela Pugliesi e Marcella Minelli. Elas dividem roupas, acessórios, a turma de amigos e confidências íntimas (Foto: Autumn Sonnichsen)

No outono de 2013, Rosana Santos teve o estalo. Era fim de tarde e, sentada na varanda com uma taça de vinho tinto, ela forçava o olhar perdido na direção do verde da Serra da Cantareira (SP) – cena que se repetia dia sim, outro também, já havia cinco anos. Até que sentiu que não era o céu, e sim ela, que anoitecia. “Foi assim que caiu a ficha: eu não me conhecia mais, não me amava e muito menos vivia de fato”, lembra-se. Naquele dia, desviou o rosto da vista lá fora para olhar para dentro. Encarou a casa de 400 metros quadrados e a aliança de diamante no dedo. “Senti que estava presa numa gaiola de ouro.” Nove anos antes, aos 30, havia interrompido a carreira como executiva para embarcar no segundo casamento. O engenheiro bem-sucedido lhe prometera uma vida confortável, com casa longe do tumulto das grandes cidades, ajuda financeira para liberá-la do estresse do mercado corporativo e tudo do bom e do melhor aos filhos – Guilherme (hoje com 15 anos), do casamento anterior, e o bebê que planejavam juntos. Rosana vibrou. Aposentou as ambições e preencheu o tempo com aulas de ioga. Pensava: “Quem sabe não alcanço a iluminação?”.


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O caçula Lucca, 8, veio logo. E tudo seguiu em uma toada morna e confortável até que passou a fazer efeito o autoconhecimento que a ioga promete. Veio o clique. “Repensei meu protagonismo na vida.” Hoje, aos 43 e recém-separada, Rosana está de malas prontas para uma temporada de imersão em ashtanga ioga sozinha em Tulum, no México. Quer se formar professora e começar um novo capítulo: quando voltar ao Brasil, cada filho ficará com seu respectivo pai, pelo menos até ela reestruturar a vida financeira e decidir sua rotina. “Parece coisa de menina de 20 anos botar a mochila nas costas e sair por aí. Tem muita gente que me diz isso, escandalizada”, conta. “Mas é claro que também morri de medo. Pensei tantas vezes: ‘Como vou recomeçar?’. Aí entendi: é impossível sair do zero na metade do caminho. Nunca me senti tão pronta para ser feliz.”


Rosana não está sozinha, tampouco é exceção. Ela é, na verdade, o exemplo de uma geração que impulsiona uma nova tendência de lifestyle, a ageless – ao pé da letra, “sem idade”. Neste ano, a SuperHuman, uma produtora de Londres especializada em conteúdo feminino, mensurou o que já é muito vivido na prática: mais que nunca, entre as mulheres, tornou-se obsoleto o conceito de meia-idade. Foram entrevistadas mais de 500 mulheres acima de 40 anos no Reino Unido, e os resultados mostraram que dois terços delas acreditam estar no auge da vida, enquanto 67% se sentem mais confiantes do que há dez anos e 84% acreditam que não podem ser definidas pela idade. “Ter passado dos 40, hoje, é muito diferente do que 15 anos atrás [90% das entrevistadas nos disseram que têm estilo e atitude muito mais jovens do que tinham suas mães]. Essas mulheres têm sede de experiências tanto quanto as millennials”, afirma Sandra Peat, cofundadora da SuperHuman, em entrevista.

Rosana deixou o casamento e os filhos com os pais para estudar ioga no México (Foto: Autumn Sonnichsen)Rosana deixou o casamento e os filhos com os pais para estudar ioga no México (Foto: Autumn Sonnichsen)

É essa sensação de confiança e autoconhecimento que dá o tom do comportamento dessa geração. Assim como os especialistas nomearam de millennial certas características da geração Y (nascidos entre 1982 e 2000), quem nutre um estilo de vida ageless é chamado perennial (de perene) – termo criado pela empreendedora de tecnologia Gina Pell na revista Fast Company, no fim do ano passado, e que rapidamente “pegou”: os jornais The Telegraph e El País já dedicaram páginas ao assunto. Segundo Gina, perennial é uma pessoa que cultiva um estilo de vida que harmoniza hábitos e gostos de diversas idades. Um movimento que não se baseia em noção cronológica, mas em identidade social. “E quem puxa a fila são as mulheres acima dos 40. Quando chegam a essa idade, alcançam um grau de maturidade em que a aprovação dos outros deixa de ser imprescindível. Elas ficam mais leves, mais donas de si e bancam suas escolhas, mesmo que discordem da maioria”, diz a antropóloga carioca Hilaine Yaccoub.


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Na contramão do envelhecimento O pensamento atemporal dos perennials se reflete em seus hábitos de consumo e, claro, na aparência. É algo que vai além do guarda-roupa, da pele viçosa ou do restaurante que frequentam. Entre mulheres de 20 e de 50, também se cruzam hashtags, assuntos, profissões, jeitos de falar e formas de se relacionar. Perita nisso, a vendedora baiana Vera Minelli, 53 anos, já estava acostumada a ser confundida com as filhas bem antes de a família ganhar fama nas redes sociais. Em 2012, quando a primogênita, Gabriela Pugliesi, estourou na web, em posts sobre sua rotina fitness, Vera pegou carona. Incluiu musculação e exercícios aeróbicos na rotina, cortou o açúcar e começou a registrar seu dia a dia no Instagram (já são quase 200 mil seguidores). “Fui mãe cedo: aos 26, já tinha as três [além de Gabriela, Ornella e Marcella]. Dei a elas a melhor infância. Hoje, curto a minha fase. Vou pra balada, não quero namorar, tenho um monte de amigos – a maioria mais nova, muitos da turma da Gabi”, conta.

Renata, que só trabalha em projetos em que acredita (Foto: Autumn Sonnichsen)Renata, que só trabalha em projetos em que acredita (Foto: Autumn Sonnichsen)

A relação com as filhas é o oposto do que tinha com sua mãe, que, aos 40, parecia uma idosa aos olhos de Vera. Ela e seus “doces”, como chama as meninas, frequentam os mesmos lugares e turmas, dividem roupas e acessórios, têm rotinas parecidas e mantêm um grupo de Whats­App no qual falam de tudo – mesmo. “Às vezes, preciso pedir pra Gabriela maneirar nos detalhes íntimos: ‘Menos, Gabi, menos! Sou sua mãe’. Acho que até ela esquece disso”, ri. Vera cultiva uma alimentação restrita, malha duas horas por dia e dorme às 21h30 durante a semana. Trabalha meio período na De Goeye, marca de Fernanda de Goeye, entre 11h e 17h, e aumenta a renda com posts patrocinados e parcerias com grifes. “Quero chegar à velhice com saúde. Tudo que faço é pelo meu bem-estar.” Mesmo com sessões de laser e tratamentos corporais em dia, faz questão de não exagerar e manter na pele os sinais de expressão. “Não quero aparentar o que não sou nem esconder quantos anos tenho.”


Do escritório à economia colaborativa Uma das características mais emblemáticas da geração millennial é valorizar mais o propósito do trabalho do que a estabilidade do emprego – não raro, costumam ficar pouco tempo no mesmo lugar. Foi exatamente esse o motivo que fez a relações-públicas Renata Alamy mudar de vida. Aos 41 anos, deixou o trabalho em escritório e o marido em Belo Horizonte (os dois continuam juntos, no entanto) em troca de uma aposta incerta, mas que está trazendo muita satisfação. Mudou-se para São Paulo para organizar o crowdfunding de um projeto do empresário da noite Facundo Guerra, sabendo que tudo poderia – e ainda pode – dar errado. Trabalhar com economia colaborativa é apenas uma consequência de vida. Aos 30, depois de uma temporada de trabalho em Londres, havia acumulado capital suficiente para tirar um ano sabático. Na semana seguinte ao retorno a Minas, seu apartamento foi assaltado e levaram todo o dinheiro. “Chorei muito. Mas no dia seguinte já montei uma loja na internet. Pus à venda roupas e sapatos” – isso numa época em que os e-commerces engatinhavam.


De 400 compradores virtuais, sua cartela de clientes foi para 8 mil quando inaugurou a loja física. Mas a inexperiência com a administração do negócio a levou à falência pessoal em 2012. De novo, bateu a poeira e se levantou. Mergulhou nos estudos da nova economia, tornou-se anfitriã-referência do Airbnb – inclusive convidada a palestrar nos eventos da empresa, na Califórnia – e abriu o leque de serviços: começou a vender a expertise e o olhar atento para tendências. Quando tudo caminhava às maravilhas, com um café-coworking recém-aberto em Belo Horizonte, pintou o convite de Guerra para ajudar a angariar fundos e inaugurar um cinema no Mirante 9 de Julho, em São Paulo. O retorno financeiro só virá se o projeto virar. Ela nem titubeou. “Sinto que hoje desproblematizo a vida. Com a idade, adquiri leveza. Não tento me encaixar nas expectativas dos outros nem em padrões. Tenho um casamento livre, um trabalho em aberto. Não quero gerar filhos nem ter uma carreira hermética. Fujo das certezas da meia-­idade porque sei que, se der errado, recomeço. Tenho tempo e pique!”


A falta de interesse em se moldar às expectativas da idade é outra constante entre as
perennials. E ela vem acompanhada da falta de identificação com os clichês que a publicidade costuma explorar. Gal Barradas, CEO e sócia de uma das principais agências de publicidade do país, a BETC/Havas, e ela mesma uma perennial, explica que é essa variedade de pensamentos e perfis que faz nascer conceitos atrasados de campanhas de marketing que não conversam com espectadores ageless. “O mercado publicitário às vezes ainda se mostra inseguro para retratar perfis sem apelar para estereótipos.” Para o psicanalista Christian Dunker, professor do Instituto de Psicologia da USP e autor de Rein­venção da Intimidade (Ubu Editora, 320 págs., R$ 54), as perennials deveriam ser chamadas de agefull (cheias de idade). “Elas estão cientes da idade e reinventam a vida”, diz.

A escritora paulistana Marina Moraes (à dir.) com as filhas Manuela e Laura. Ela se separou, mudou de cidade e de profissão (Foto: Autumn Sonnichsen)A escritora paulistana Marina Moraes (à dir.) com as filhas Manuela e Laura. Ela se separou, mudou de cidade e de profissão (Foto: Autumn Sonnichsen)

Foi o que fez a escritora paulistana Marina Moraes, 57, há nove anos. Estava no terceiro casamento e trabalhava como diretora de comunicação em uma agência de publicidade, mas se sentia infeliz. Ao olhar para si mesma, percebeu que já tinha vivência, coragem e força para dar uma virada. Separou-se, pediu demissão, mudou-se para o Rio de Janeiro, voltou para São Paulo. “A sensação de ver sentido na vida é a melhor do mundo. É uma escolha sem volta pegar as rédeas da própria história.”


Hoje, faz algo inédito: está escrevendo um roteiro de cinema. Trabalha em casa, tem controle sobre os horários e reserva tempo para os amigos, alguns da geração de suas filhas, Luísa, de 29, Manuela, de 27, e Laura, de 19. Sempre que dá, publica crônicas em sua página do Facebook, a maioria autobiográfica. Em 2016, elas se tornaram um livro, Água para as Visitas (Editora Realejo, 173 págs., R$ 55). Há três anos, reencontrou o namorado da adolescência, um uruguaio que sempre viveu de forma muito livre. “Ele continua o mesmo, por isso estamos juntos”, diz. “Eu é que me encontrei. Minha experiência de vida me devolveu ao meu devido espaço, sem a necessidade de que essa constatação venha dos outros. Estou no lugar de onde nunca mais quero sair.”


 


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Regiane Alves relata encontro com prostituta para viver personagem em série: “Fascinante”

Regiane Alves com o fugurino da série, que foi assinado por Antonio Medeiros (Foto: Pino Gomes)Regiane Alves com o figurino da série, que foi assinado por Antonio Medeiros (Foto: Pino Gomes)

“Cidade Proibida”, a nova série da TV Globo que estreou nesta semana, volta aos anos 50 e mostra a história do detetive de casos extraconjugais Zózimo Barbosa (Vladimir Brichta), que tem a ajuda do galanteador Bonitão (José Loreto), do chefe de polícia Paranhos (Ailton Graça) e da prostutuita Marli, interpretada por Regiane Alves, a única mulher do grupo.


“Ela [a Marli] conta uma história de amor”, diz Regiane. “Ela é apaixonada pelo Zózimo, que não gosta dela, mas sempre a tem ao lado dele. Com a sua intuição feminina e palpites, a Marli acaba o ajudando a resolver os casos de cada episódio”.


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Para dar vida à Marli, a atriz buscou inspiração em filmes como “Viver a Vida”, Los Angeles – Cidade Proibida e “A Noite de Cabiria”. Além disso, teve um encontro muito importante com a prostituta Lourdes Barreto, que já atuava na época retratada na série. “Ela trabalha emem bordel e me passou um pouco a experiência de como era, como funcionava a cafetina e o contato com os clientes”, relembra. “Foi muito fascinante! É um mundo que se abre, que a gente não tem muita noção, porque a prostituição fica num lugar do consciente que é segredo e, de repente, tinha uma pessoa na minha frente contando tudo como foi. Foi ótimo esse encontro para a construção da personagem.”


Regiane conta que se surpreendeu com os relatos de Lourdes. “Fiquei mais admirada do que triste com a situação. Ela disse que tem muita saudades, que era um tempo do auge, tudo era mais bonito, os vestido eram lindos… Mas também não era tudo tão glamuroso. É uma vida sofrida”, afirma. Após no encontro, Regiane disse: “Passei a ver como uma outra profissão qualquer. e a gente tem que respeitar.”

“Fiquei mais admirada do que triste com a situação”, diz Regiane Alves sobre relato de prostituta (Foto: Pino Gomes)

NOVO VISUAL
A mudança do look também foi fundamental para Regiane contruir a personagem. A atriz está usando pela primeira vez os fios num comprimento curtíssimo. “Estou adorando! Já aposentei todas as minhas escovas e uso poucos cremes agora (risos)”, brincou. “Esse corte e o restante da caracterização ajudam a mostrar que a Marli é uma mulher bem-resolvida, a frente da sua época”, diz. “Também ficamos preocupados em comnstruir uma prostituta que não fosse com cabelão, decotão… Queríamos uma mulher como qualquer outra, mas mais refinada, e não vulgar, assim como Kim Basinger em Los Angeles – Cidade Proibida.”


Regiane diz que descobriu novas formas de se valorizar com os fios curtos. “Estou usando mais brincos, deixando os ombros de fora… Você acaba descobrindo coisas que você não fazia antes”, conta. “Às vezes, nos sentimos obrigados a entrar num padrão de beleza, mas cada um tem que achar o seu. Eu me redescobri com o cabelo curto, e muita gente falou que eu fiquei melhor, mais bonita.”

“Às vezes, nos sentimos obrigados a entrar num padrão de beleza, mas cada um tem que achar o seu”, diz Regiane Alves (Foto: Pino Gomes)

QUESTÕES DE RELACIONAMENTO
Os persomagens de Regiane e Vladimir tem um relacionamento completamente aberto: “Ela sai pra atender os clientes e sabe que ele tem outras relações. Mas ela mantém porque acredita nesse amor”, conta. A atriz dá sua opinião sobre o tema relacionamento aberto: “Eu ainda não cheguei nesse estágio (risos). Não é uma regra dentro da minha relação. Mas admiro muito casais que vivem assim. Acho que cada um tem que criar a sua relação e isso deve ser respeitado. Cada um sabe a dor e a alegria da forma que escolheu viver.”


Mais um tema polêmico que é levantado na série é sobre contratar detetive para investigar o parcerio. Regiane diz que nunca passou por isso. “Se chegar a esse ponto, prefiro acabar antes a relação (risos). Contratar um detetive para vigiar me deixaria angustiada”, afirma. “O máximo que eu fiz foi olhar o celular para ver se tem alguma coisa. Mas isso é perigoso, porque quando você pega uma mensagem no meio você nunca sabe qual foi o contexto anterior. Dependendo da sua imaginação, você pode criar uma história que de repente nem tenha sido aquilo. Então é melhor não se atrever, porque é a famosa história: se procurar você vai achar (risos).”

“Eu me redescobri com o cabelo curto” (Foto: Pino Gomes)“Admiro muito casais que vivem assim”, afirma Regiane sobre relacionamento abertos (Foto: Pino Gomes)

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Nicole Bahls fala sobre estreia como atriz ao lado de Tatá Werneck: “Maravilhosa”

Nicole Bahls diz que está realizando o sonho de trabalhar como atriz (Foto: RL ASSESSORIA/FABIO TIERI.)

Nicole Bahls está realizando um sonho antigo: trabalhar como a atriz. A apresentadora, que integra o elenco da terceira temporada do “Ferndinando Show”, no Multishow, gravou uma participação especial no humorístico “Vai que Cola”, da mesma emissora, que vai ao ar em outubro. “Agradeço o Marcus Majella pela oportunidade. É um sonho e me preparei para isso com um coaching”, diz à Marie Claire.

A apresentadora irá atuar ao lado de Tatá Werneck e foi só elogios à atriz. “Tatá é maravilhosa! Confesso que fiquei meio tensa antes de gravar, mas ela e o elenco me receberam de braços abertos”, afirma. “Ela é uma inspiração. Engraçada demais e telentosa. Sou fã!” Asssim como Tatá, Nicole diz que prentende seguir na área do humor. “Adoro fazer as pessoas darem risada!”

Na vida pessoal Nicole também está ótima. Namorando o ator Marcelo Bimbi, ela disse que pretende se casar logo. “Do ano que vem não passa! (risos). Na verdade, tive que mudar a data por causa da minha agenda. O casamento estava marcado para dezembro.” A apresentadora completa: Estou em uma das melhores fases da minha vida, feliz comigo e com o meu trabalho”.

Nicole Bahls fará uma participação especial no programa
Nicole Bahls (Foto: RL ASSESSORIA/FABIO TIERI)
Nicole Bahls mudou o visual com o hairstylist Romeu Felipe, do salão Square By Romeu (Foto: RL ASSESSORIA/FABIO TIERI)

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Micropigmentação da sobrancelha: 10 dicas para não errar

Sobrancelha; beleza (Foto: Thinkstock)Micropigmentação da sobrancelha: 10 dicas para não errar (Foto: Thinkstock)

Ter as sobrancelhas perfeitas é o sonho de qualquer mulher. Mas, com a micropigmentação em alta, é preciso tomar certos cuidados para acertar no escolha do profissional e da técnica para sair satisfeita. Segundo a micropigmentadora Cintia Nogarolli, do W Spa, no Rio de Janeiro, o primeiro passo é sempre exigir que o material descartável seja aberto na frente da cliente. “É importante, também, desconfiar de preços abaixo da média, pois o material usado é caro e um profissional capacitado e bem preparado investiu em cursos de alto valor”, explica. Abaixo, 10 dicas para não errar na micro da sobrancelha nunca:


1- Escolha um profissional capacitado, com formação em um curso confiável, e procure conhecer o resultado de trabalhos anteriores.


2- Busque informações sobre os pigmentos usados, que devem ser importados ou nacionais liberados pela Anvisa. Isso garante uma cor mais bonita por mais tempo.


3- A escolha da técnica mais apropriada deve ser de comum acordo entre profissional e cliente, por isso peça explicações sobre todas. Hoje a que deixa o resultado mais natural é a microblading. Essa técnica é a mais moderna, natural e dura cerca de um ano.


4- Não é necessário deixar a sobrancelha crescer bastante para realizar o procedimento.


5– Como o objetivo do trabalho é o de imitar os fios, a cor escolhida deve seguir a cor natural da sobrancelha e não dos cabelos.


6- O desenho dos fios deve seguir a curvatura e sentido do nascimento dos fios para garantir a naturalidade. Quando isso não é respeitado, o trabalho de fio a fio fica artificial ou igual a um jogo da velha.


7- O espaço entre os fios, no caso da micropigmentação fio a fio ou da microblading, deve ser respeitado. Se forem feitos muito juntos, colados ou cruzados, no dia até pode ficar bonito, mas após a cicatrização vira um borrão dentro de pele. Por isso, não fique achando que espaços vazios devem ser preenchidos totalmente – eles deixam o trabalho natural.


8- Siga os cuidados pós procedimento à risca: isso garante maior fixação do pigmento. É necessário, por exemplo, fazer a assepsia com água morna e sabonete neutro e evitar maquiagem e creme sobre a área. Além disso, é necessário evitar sol, praia, piscina e sauna principalmente nas primeiras 48 horas. E não arranque a casquinha: deixar sair naturalmente.


9- A longo prazo, não use ácidos ou faça peelings químicos sobre o trabalho. Manter a pele sempre hidratada também ajuda a manter a cor mais viva.


10- Volte para o retoque sempre no prazo estabelecido pela profissional. Um tempo maior do que o apropriado pode atrapalhar o resultado final. Durante o processo de cicatrização é normal que a cor fique um pouco embaçada ou fraca divido ao processo metabólico que ocorre na área, por isso não se desespere. A cor ressurge em poucos dias.


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Modelo nos anos 90, Fabiana Saba conta da fase em que passou do manequim 34 para o 44

Fabiana Saba (Foto: Deco Cury)(Foto: Deco Cury)

Comecei a trabalhar como modelo com 13 anos. Aos 15, já morava em Nova York e viajava o mundo fotografando. Sempre fui muito magra, cheguei a sofrer bullying por isso na escola. Tenho 1,76 m de altura e, nessa época, pesava 48 kg. Comia muito e não engordava. Malhar? Nem pensar.


Mas quando completei 21 anos comecei a engordar e resolvi fazer uma lipoescultura. Pouco tempo depois, conheci o Ralph, meu marido, que é nova-iorquino, e passamos a namorar a distância.


Nessa época, eu estava bem profissionalmente, trabalhando como apresentadora do Interligado Games e do Superpop, na Rede TV. Com o tempo, fama e dinheiro começaram a perder valor, porque sentia muita falta dele. Em 2002, o amor falou mais alto: larguei tudo para viver com ele em Nova York. Deu certo! Estamos juntos há 15 anos e casados há 12.


Meu marido é judeu, sou kardecista, minhas filhas frequentam uma escola quaker (grupo religioso surgido na Inglaterra no século 17, mas hoje mais concentrado nos Estados Unidos), a gente medita.


Converti-me ao judaísmo para casar e participamos de todos os feriados. Não somos quaker, mas escolhemos essa escola porque eles se preocupam em criar seres humanos íntegros e conscientes. As filhas do Obama estudavam num colégio similar em Washington. O que eu mais quero é criar um mundo bom para os meus filhos e criar bons filhos para o mundo.

Com Gisele Bündchen em um editorial da Vogue em 1995 (Foto: Arquivo Vogue)Com Gisele Bündchen em um editorial da Vogue em 1995 (Foto: Arquivo Vogue)

Falando em filhos, foi quando engravidei que engordei de vez. Foram 30 quilos na gravidez de Victoria, que hoje tem 9 anos, e 25 na de Rebecca, de 6. E eu não sabia emagrecer porque nunca tinha precisado fazer dieta.


Depois que as minhas filhas nasceram, já emagreci e engordei de novo muitas vezes, mas nunca cheguei perto de voltar a ter as medidas da época de modelo e apresentadora. Em termos de saúde, quando eu era magra comia muito mais besteiras, muito açúcar, não tinha massa muscular. Acho que peso mais de 70 kg agora, mas nunca mais subi numa balança. Números para mim não existem! Só sei que usava 34 e agora, 44. E é o que é.


Mas nem sempre foi assim. Só a partir do ano passado comecei a aceitar meu corpo e ver beleza fora do que é considerado padrão. Teve uma época em que não me sentia mais bonita para trabalhar, parecia que estava invisível. Muita gente vinha me perguntar: “Nossa, você está com o rosto lindo, por que deixou isso acontecer com o seu corpo?”. Ficava mal e comia mais.


Comecei a perceber que, se estivesse num resort, por exemplo, e encontrasse algum conhecido, não entrava na piscina com a minha filha por vergonha de mostrar meu corpo. Achava que meu marido me dava indiretas porque eu tinha engordado e ficava superbrava.


Quando me aceitei, percebi que era coisa da minha cabeça. Ficava mal-humorada, porque pensava que ele estava me olhando diferente. Às vezes não queria sair com o Ralph, não me sentia bem em nenhuma roupa e na minha cabeça ele concordava com isso.


Na verdade, meu marido só reclamou comigo porque estava preocupado com a minha saúde, já que tive pré-diabetes. Ele, por sua vez, se alimenta bem, corre todo dia. Está melhor agora do que há 20 anos quando nos conhecemos. É um tapa na cara!


No ano passado, comecei a postar fotos e textos mais reais no meu Instagram sobre meu cotidiano, minhas angústias, meus defeitos, e senti uma resposta muito positiva das mulheres que me seguiam. Isso ajudou a dar força para recuperar minha autoestima.


Acho que hoje as pessoas cansaram da perfeição, de um mundo que você não consegue alcançar porque, na verdade, ele não existe. Nessa mesma época, minha filha mais nova passou a estudar em período integral. E, pela primeira vez, senti vontade de voltar a trabalhar depois de todos esses anos sendo mãe 24 horas.


Foi quando uma amiga que trabalha nos EUA como modelo curvy (uma categoria abaixo do plus size) me convidou para ir até a agência dela. Na mesma hora eles me contrataram e, aos poucos, estou voltando a trabalhar.


Quando trabalhava como modelo no Brasil, não precisava mais fazer casting. E agora estou aqui, no começo, com meninas de 16 anos. E vou fazer 40 este ano. É difícil começar de novo. Meu marido tem me apoiado muito. Nunca me arrependi de ter largado tudo. Fiz isso não porque ele não queria que eu trabalhasse, e sim porque estávamos em países separados.


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Com o Instagram e os primeiros trabalhos, senti uma resposta do Brasil que eu não esperava. Pelo contrário, achei que sofreria muitas críticas, estava preparada para elas, mas fui recebida de braços abertos. O que prova o quanto as pessoas estão preparadas para a diversidade de corpos.


Este novo momento me levou a criar, em março passado, junto com a minha amiga e modelo curvy Natalia Novaes e a também modelo Luma Grothe, o Todas Juntas, programa de empoderamento feminino no YouTube, feito parte no Brasil, parte nos EUA.


Feminismo é ter liberdade de escolha, e é isso que tentamos mostrar. A mulher que quer ser só mãe não tem que julgar a que não quer ter filhos, e assim por diante. Depois de nove anos, usei biquíni – e postei –- pela primeira vez no verão passado. Fiz as pazes com o espelho. Amo comer. Sou feliz comendo e tudo bem.


Não tenho vontade de emagrecer, só tenho vontade de ficar durinha. Não quero ter celulite, ficar flácida. Até estou me animando mais para malhar. Esse mundo de modelos plus tem mulheres maravilhosas. Se você tem que se matar para ter um peso, isso não é saudável.



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Serena Williams posa nua e grávida para capa de revista

Serena Williams (Foto: Reprodução / Instagram)Serena Williams (Foto: Reprodução / Instagram)

Serena Williams posou nua e grávida para a revista americana “Vanity Fair” em um ensaio que repercutiu nas redes sociais. A tenista foi muito elogiada por mostrar de forma tão intimista a gestação de seu filho.


Na revista, Serena falou sobre estar grávida aos 35 anos. “Eu disse: ‘Meu, Deus, isso não pode ser! Tenho que jogar um campeonato ainda. Como vou jogar o Aberto da Austrália? Planejei ganhar o Wimbledon neste ano’”. Ela contou também que pretende voltar a jogar tênis. “Não acho que minha história já acabou”.


Já sobre o bebê, a americana revelou não ter muito jeito com crianças.  “Não sei o que fazer com um bebê. Não tenho nada ainda… Não fiz nada no quarto do bebê.”


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Serena Williams posa nua e grávida para capa de revista

Serena Williams (Foto: Reprodução / Instagram)Serena Williams (Foto: Reprodução / Instagram)

Serena Williams posou nua e grávida para a revista americana “Vanity Fair” em um ensaio que repercutiu nas redes sociais. A tenista foi muito elogiada por mostrar de forma tão intimista a gestação de seu filho.


Na revista, Serena falou sobre estar grávida aos 35 anos. “Eu disse: ‘Meu, Deus, isso não pode ser! Tenho que jogar um campeonato ainda. Como vou jogar o Aberto da Austrália? Planejei ganhar o Wimbledon neste ano’”. Ela contou também que pretende voltar a jogar tênis. “Não acho que minha história já acabou”.


Já sobre o bebê, a americana revelou não ter muito jeito com crianças.  “Não sei o que fazer com um bebê. Não tenho nada ainda… Não fiz nada no quarto do bebê.”


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Soberania da sofisticação e do conforto

Coleção de inverno 2017 da Capodarte tem inspiração no guarda-roupa masculino (Foto: Divulgação)Coleção de inverno 2017 da Capodarte tem inspiração no guarda-roupa masculino (Foto: Divulgação)

Os sapatos e acessórios da coleção de inverno 2017 da Capodarte trouxeram as principais tendências vistas nas semanas de moda do mundo para a estação mais fria do ano. O ponto em comum para os modelos é a combinação perfeita entre sofisticação e conforto.


Na paleta de cores escolhida para a temporada, o branco é o grande destaque. São peças totalmente brancas, desafiando a predominância das cores mais escuras durante o inverno, ou harmonizadas com tons clássicos como marinho, vinho, preto e caramelo.


Boa parte da coleção tem inspiração no guarda-roupa masculino, reforçando a proposta de conforto com sofisticação, para compor produções sóbrias ou mais despojadas.


Confira algumas novidades da Capodarte para o inverno 2017:

Oxford Preto e Branco (Foto: Divulgação)Oxford Preto e Branco (Foto: Divulgação)

Toque masculino: os confortáveis e elegantes oxfords continuam em alta e estão entre os xodós da nova coleção de inverno Capodarte.

Tênis Camurça Azul (Foto: Divulgação)Tênis Camurça Azul (Foto: Divulgação)

Dê um descanso para as sapatilhas em dias menos frios: os tênis da nova coleção da Capodarte ganharam ares de alta-costura e misturam diferentes tecidos nobres e texturas.

Mule Salto Preto (Foto: Divulgação)Mule Salto Preto (Foto: Divulgação)

Mule no inverno? Sim! Os modelos fechados na frente e abertos atrás, da nova coleção da Capodarte, também lembram os calçados masculinos e deixam qualquer produção mais elegante.

Ankle Boot Camurça Preta (Foto: Divulgação)Ankle Boot Camurça Preta (Foto: Divulgação)

Salto no centro das atenções: na linha do conforto e da mistura de cores e texturas, a nova coleção de inverno traz saltos cilíndricos que combinam laca, madeira e outros materiais.

Loafer Branco (Foto: Divulgação)Loafer Branco (Foto: Divulgação)

Branco, sim! O branco vem com força total neste inverno. Botas, oxfords, tênis e outros modelos que vão aquecer seus pés nos próximos dias frios, por que não?

Bolsa Tote (Foto: Divulgação)Bolsa Tote (Foto: Divulgação)

As bolsas da coleção harmonizam os tons clássicos como o marinho, vinho, preto e caramelo.

Bolsa Shoulder Bag Tassel Azul Noir (Foto: Divulgação)Bolsa Shoulder Bag Tassel Azul Noir (Foto: Divulgação)

Esta bolsa vai com qualquer produção, casual ou formal, discreta ou fashionista arrasadora. Experimente compor vestido e sapatos masculinos brancos com esta bolsa!


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Alicia Kuczman: “Voltei a ser modelo após ser excluída por um problema de saúde”

Alicia Kuczman, 23 anos (Foto: Divulgação)Alicia Kuczman, 23 anos (Foto: Divulgação)

“Nasci em Cascavel, cidade de 300 mil habitantes no Paraná. Minhas lembranças do passado não se parecem nada com as típicas de quem cresce no interior. Apesar de adorar estudar, detestava ir ao colégio. Só tirava notas altas, mas não tinha amigos. Andava pelos corredores com um livro aberto cobrindo o rosto. Eu era diferente e sofria agressões por causa disso. O auge foi a comunidade dedicada a mim no Orkut. ‘O que você faria se a Alicia estivesse se afogando?’ era a pergunta de uma enquete. As opções eram ‘Cuspia nela’, ‘Chutava’, e por aí vai. A última alternativa era de longe a mais clicada: ‘Todas as anteriores’.


Chorava para não ir ao colégio, mas minha mãe trabalhava num hospital, como assistente social, e ficar em casa com meu pai, Osvaldo, 57, era outro pesadelo. Ele é um engenheiro inteligentíssimo, porém bipolar. Minha memória mais longínqua é de ele me batendo sem motivo. Tinha só 3 anos e sabia que não havia feito nada para merecer aquela surra. A cena se repetia a cada vez que ele mudava de humor com ataques físicos ou verbais. Ele me chamava de burra, dizia que eu não ia dar em nada, me mandava parar de importuná-lo com a minha ‘voz de taquara rachada’. Minha mãe, Herta, 54, passava a maior parte do dia fora e, na maioria das vezes, não presenciava nada. Quando meu irmão, Vinícius, três anos mais novo, e eu contávamos a ela o que havia acontecido, ela explicava que aquilo era reflexo da doença psicológica de meu pai. Mas, para mim, não era desculpa. Só eu sabia o que passava.


A forma que encontrei de me proteger foi criar meu próprio mundo. Minha diversão era costurar e bordar as roupas que inventava. Aos 11 anos, comprei uma pilha de revistas de moda num sebo e forrei as paredes do meu quarto com minhas preferidas. Sonhava um dia me ver estampada em uma página daquelas, embora não me achasse bonita o suficiente para estar ali. Mesmo com pouco mais de 50 quilos distribuí­dos em 1,77 metro de altura, cabelos louros levemente ondulados e olhos azuis.


Aos 12, me matriculei num curso de corte e costura para fazer peças mais elaboradas, como a calça de cintura alta que ainda não havia chegado à cidade. Cheguei a pensar que poderia ter uma marca. Assim, entraria no fascinante mundo da moda. De tanto falar no assunto, convenci minha mãe a me acompanhar em pequenos testes de modelo que apareciam em Cascavel. ‘Você é muito pequena’, diziam. ‘Ainda não está na idade.’ Eu insistia, insistia, e ela acabava me levando de novo e de novo ouvindo que ainda não estava pronta para ‘modelar’.


Em uma tarde de 2009, descobri que estavam convocando meninas em Cascavel para uma seleção. As escolhidas iriam a Florianópolis se apresentar para agências de São Paulo em busca de new faces. Minha mãe conseguiu uma brecha no trabalho e me acompanhou no teste. Fiquei eufórica quando o booker nos chamou de canto. ‘Essa menina tem tudo para acontecer’, disse a ela. ‘Precisa ir para Florianópolis.’ Pela primeira vez, achei que meu sonho poderia virar realidade. A coisa que mais queria na vida era sair daquela cidade. Mas ainda havia um problema: não tínhamos dinheiro para viajar. Apesar de nunca ter faltado nada em nossa casa, vivíamos com tudo muito contado. Mas o pessoal da agência queria tanto que eu participasse daquela seleção que conseguiu um desconto e nós fomos.

Aos 3 anos, meu pai me espancava sem motivo”


Embarquei com minha mãe para Santa Catarina num ônibus lotado de meninas altas, bonitas e cheias de sonhos. Ficamos hospedadas no mesmo hotel onde o teste aconteceu. No grande dia, conversei com cada um dos agentes, enfileirados atrás de uma mesa comprida. Eram muitos, algum haveria de me escolher. Levei um susto quando soube que quase todos queriam trabalhar comigo, a dificuldade agora era decidir por um só. Três meses depois, com 16 anos, estava trabalhando na extinta Lumière, morando em São Paulo num apartamento da agência com outras 11 garotas – nenhuma das que foram comigo para Florianópolis. Durante um ano e meio, participei de castings e mais castings, mas pouca coisa acontecia. Sem dinheiro, me alimentava de bolachas e croissant de pacote, até papel higiênico tive de pedir emprestado. Já estava com tudo pronto para pegar o caminho de Cascavel e abandonar a (tentativa de) carreira, quando fui fazer meu último trabalho, um lookbook de uma marca de roupas.


Durante o shooting, o maquiador e o fotógrafo me chamaram para conversar. ‘Você tem de mudar de agência’, disseram. Ligaram para a Way (a mesma de Carol Trentini e Alessandra Ambrósio) e me indicaram. Desde a semana em que pisei ali, nunca mais parei de trabalhar. Um mês depois, fui a recordista de desfiles do Fashion Rio e segui para as semanas de moda de Nova York, Milão e Paris. Minha vida agora era pelo mundo. Foi durante um ensaio de moda que conheci o diretor de cinema Marcos Mello, 35. No último dia de trabalho, ele, que estava capturando imagens em vídeo, me pediu para dançar em frente à câmera. ‘Tu acabas de ganhar um marido’, disse no fim. Saímos dois dias depois e, desde então, não desgrudamos mais. Isso já faz quatro anos e meio. A vida parecia muito melhor do que eu havia imaginado.

Alicia Kuczman (Foto: Reprodução/Instagram)Alicia Kuczman (Foto: Reprodução/Instagram)

Nas poucas vezes que voltava a Cascavel, duas por ano, olhava aqueles paredes cobertas por revistas e achava graça. ‘Trabalhei com aquela ali’, dizia para minha mãe. ‘Essa que está perto da porta ficou minha amiga’, mostrava outra. Ela vibrava com minha felicidade. Diferentemente do meu pai, que continuava me atacando nas crises e não se conformava de eu ter parado de estudar no fim do ensino fundamental.

Não tinha dinheiro. Me alimentava de bolachas”


Nos dois anos seguintes, fiz sucesso, ganhei dinheiro. Morava em um apartamento alugado em Nova York, vivia para lá e para cá. Trabalhava até 36 horas seguidas com a maior disposição. Fiz campanhas para Osklen e Alexandre Herchcovitch, posei para as principais revistas do mercado – Marie Claire entre elas. Era uma vida cansativa, mas eu não tinha do que reclamar. Em meados de 2013, me percebi inchada pela primeira vez. No corpo e principalmente no rosto. Mas não liguei. Como tomava um remédio regular para meu hipotireoidismo [inflamação da tireoide, glândula que, entre outras coisas, controla o metabolismo] desde os 11 anos, achei que era uma disfunção passageira. Mas um dia, aterrissando em Nova York, comecei a sentir dores absurdas do lado direito da barriga. Por sorte, Marcos estava comigo e me levou correndo para o hospital. Fizeram milhões de exames e não descobriram nada. Tomei uma, duas, cinco doses de morfina e continuava urrando, com o corpo contorcido e vomitando bílis sem parar. Horas depois, descobriram: estava com um cisto de 6 centímetros no ovário, que gerou um deslocamento do órgão – até hoje não confirmaram se a doença tem relação com a tireoide, mas acredito que sim. Os médicos disseram que precisavam operar às pressas e não podiam garantir que o ovário seria salvo.

Me achavam magra demais. Perdi trabalhos”


A cirurgia foi um sucesso, mas minha barriga ficou inchada por duas semanas. Tinha vários contratos fechados no Brasil e todos foram cancelados. Ninguém podia esperar por mim. A dor passou, mas fiquei oito meses sem menstruar. Mesmo assim, não voltei logo ao médico. Displicência minha que teve graves consequências. Em abril de 2014, fui passar dois meses na Austrália a trabalho. Apesar de feliz, me sentia fisicamente esquisita. Vivia com fome, comia loucamente e emagrecia sem parar. Minha calma habitual foi substituída por acessos de irritação incontroláveis. Durante esse período, não fiz nenhum trabalho. Meu agente dizia que o mercado estava me achando magra demais. Havia acabado de acontecer um caso de anorexia na Semana de Moda de Sydney que ganhou repercussão na imprensa e, definitivamente, eu estava fora dos padrões. Na mesma época, comecei a adoecer por qualquer coisinha. Tomava um vento, tinha sinusite. Esfriava, ficava gripada. Ainda comia um quilo de castanhas por dia e raramente dormia mais de três horas por noite. Só apagava quando meu corpo não aguentava mais de exaustão.


De volta ao Brasil, tive um ataque de pânico no meio de uma sessão de fotos. Os termômetros cariocas marcavam 30 graus e eu tremia de frio no estúdio. Pedi uma pausa, mas a situação só piorava. Os músculos do meu corpo começaram a ter contrações involuntárias. A stylist conseguiu uma bacia de água quente e mandou que botasse os pés lá dentro. No mesmo minuto, meu corpo desarmou, como se derretesse. Era só o primeiro de outros tantos ataques de pânico que viriam em seguida. Nem sei de onde tirei forças, mas consegui terminar o trabalho. O cliente era antigo e pareceu compreender a situação. Mas nunca mais me chamou para nada.


Finalmente marquei um médico, que pediu exames de sangue. O resultado foi alarmante: meu TSH [hormônio que estimula a tireoide] estava tão baixo que era indetectável. Estava com hipertireoidismo, disfunção na tireoide oposta à que tinha antes que, em vez de desacelerar o metabolismo, deixa-o extremamente acelerado. Os sintomas já sabia de cor: perda de peso, sudorese, depressão, pele ressecada, unhas e cabelos fracos, que caíam em tufos cada vez que me penteava. Desesperada, passei por oito endocrinologistas em um intervalo de um ano e meio. Os primeiros me mandaram tomar Rivotril ‘para não incomodar ninguém’. Outros, dependendo do dia em que ia visitá-los, receitavam remédios para perder ou aumentar o apetite. Em uma semana, chorava sem parar e não conseguia pregar o olho. Na seguinte, ficava absolutamente apática. Nesse perío­do, meu peso chegou a ter variações de 7 quilos em sete dias. ‘Alicia embuchou’, diziam pelas costas. ‘Cresceu e ficou gorda.’ Ninguém me chamava mais para nada.

Meu corpo parecia derreter. Era um ataque de pânico”


Sozinha, observei meu corpo e descobri que o inchaço ficava controlado se alternasse a dose do remédio. Até que finalmente encontrei uma médica que me ouviu com paciência e decidiu aprofundar o tratamento. Foram oito meses em que continuei engordando e emagrecendo rapidamente – sem contar outros efeitos horríveis, como taquicardia (não podia andar depressa nem fazer sexo) –, mas a doutora Carolina Mergulhão finalmente conseguiu ajustar a dosagem do medicamento. Numa ida a Cascavel, tive uma crise de ansiedade e corri para a sala em busca de ajuda. Meu pai estava lá sozinho e não tive outro jeito a não ser pedir socorro a ele. ‘Acho que vou morrer’, disse. ‘Posso deitar no seu colo?’ Ele fez um sinal positivo com a cabeça e me aconcheguei em suas pernas. Ninguém disse nada. Não precisava. Dias depois, ele falou pela primeira vez que me amava. Aos poucos, voltei a dormir, trabalhar, viver. Hoje, reconheço
minha força e o poder de transformação que carrego em mim. E quando me dizem: ‘Como você está magra, ‘Como está linda’, respondo prontamente: ‘Regulei a tireoide’. Simples assim.”


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Cabelos: Experts ensinam 3 maneiras de modelar os cachos de forma natural

Gisele Bündchen e suas ondas desejadas (Foto: Getty Images)Gisele Bündchen e suas ondas desejadas (Foto: Getty Images)

O look do momento pede movimento, textura e cachos soltos. Para pegar essa onda, se você não tem aquela cabeleira de diva, apele para o babyliss, bucles e hashis. Para quem tem uma ondulação natural, a dica é soltar bem os cachos, para que os fios não fiquem parecendo molinhas. Há muitas técnicas e produtos para ajudar a cachear os cabelos. Veja as dicas dos experts em ondulados. 


1. Aplique uma loção definidora de cachos, divida o cabelo em quatro seções e torça uma a uma, usando o secador enquanto torce cada seção. Depois, solte e defina as mechas com as mãos, amassando e dando forma. Mas, antes de aplicar um produto de definição de cachos, é importante tirar 70% da água dos fios. Essa secagem pode ser tanto com a toalha quanto com o secador. Dica de Claus Borges, Artista Redken e hairstylist do Salão 1838, em São Paulo.


2. Um truque para definir os cachos: em vez dos dedos, usar hashis, aqueles palitinhos para comida japonesa, para dar movimento aos fios, sem perder a leveza. Mas para os cabelos em processo de crescimento, com aquele aspecto liso nas pontas e ondulado na raiz, o babyliss funciona melhor. Cachos feitos detrás para frente em diagonal dão aquele efeito Gisele Bündchen. Dica de Claus Borges, Artista Redken e hairstylist do Salão 1838, em São Paulo.


3. Uma técnica simples para cachear sem babyliss: enrolar mecha a mecha em uma escova de cabo longo e posicionar o secador sobre cada uma, de modo a deixar o cacho definido pelo calor. Mas, sem dúvida, o jeito mais fácil é apelar para o babyliss. Prefira o aparelho médio, que faz cachos nem muito abertos, nem tão fechados, como o look de Gisele Bündchen. Dica de Sandro Cassolari, do salão Cassolari’s, em São Paulo.


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