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Pernas perfeitas: especialistas indicam exercícios físicos, tratamentos estéticos e mais cuidados

Conheça os melhores exercícios físicos para as pernas, tratamentos estéticos e cuidados essenciais (Foto: Thinkstock)Conheça os melhores exercícios físicos para as pernas, tratamentos estéticos e cuidados essenciais (Foto: Thinkstock)

O desejo de muitas mulheres é conquistar pernas tonificadas, hidratadas e livre de incômodos como celulites e pelos encravados. No verão, a preocupação é ainda maior, já que se usa mais vestido, saia e peças de beachwear que deixam as pernas em evidências. Por isso, consultamos vários especialias que indicam exercícios físicos, tratamentos estéticos e cuidados essenciais para esta parte do corpo. Tome note já e conquiste pernas perfeitas para o verão!


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EXERCÍCIOS FÍSICOS
Rodrigo Sangion, personal trainer e proprietário da academia Les Cinq Gym, em São Paulo, garante que o agachamento é o exercício mais completo da sala de musculação para as pernas. “Trabalha quadríceps, posterior de coxas e também glúteo – é inclusive um dos exercícios mais eficazes para glúteo”, explica. Entre suas sugestões estão o agachamento comum, o agachamento com barra livre e o agachamento sumo (foto abaixo à esquerda), que pode ser feito com ou sem step. “Cada perna fica posicionada num step e você faz o agachamento segurando um peso na frente. É bom porque trabalha bastante interno e posterior de coxas.”

Agachamento sumo (à esquerda) e avanço andando (Foto: Divulgação)Agachamento sumo (à esquerda) e avanço andando (Foto: Divulgação)

Sangion indica também o step up (fotos abaixo), em que você posiciona uma perna numa plataforma, agacha com a outra e depois sobe. “Outro que eu gosto é o avanço andando (foto acima à direita), em que você pisa uma perna na frente, agacha e repete andando. O fato de fazer andando gera um gasto calórico maior.” Para a panturrilha, a flexão plantar é o mais indciado. “Você faz em pé, subindo e descendo na ponta do pé.”

O exercício step up (Foto: Divulgação)O exercício step up (Foto: Divulgação)

De exercício aeróbico, ele indica a escada. “Além de fortalecer posterior de coxas e glúteos, gera um gasto calórico muito grande. Mas caso a pessoa tenha problema de joelho, indico o transport que tem menos impacto.”


Mas se você prefere fazer aulas, o personal trainer diz que o ballet fitness é muito bom para trabalhar pernas e glúteos, assim como o muay thai, que virou uma febre entre as mulheres. “O chute gera um estímulo no músculo que causa uma tonificação maior na musculatura dos membros inferiores.” A Les Cinq Gym tem uma aula exclusiva que chama QZone, em que a pessoa faz exercícios em vários estanões: esteira, remo, caixa de salto, step etc, unindo trabalho muscular e aeróbico para as pernas – e para o corpo todo! Devido a alta intensidade, a aula proporciona alto gasto calórico. Em média, são queimadas de 1200 a 1400 calorias numa sessão e o gasto calórico continua até 36 horas depois.


TRATAMENTOS ESTÉTICOS
LEG SLIM 360º
A esteticista Flavia Medeiros, criadora do método Magic Touch Detox, criou o Leg Slim 360º, um tratamento com 100% de foco nas necessidades das pernas que já caiu no gosto de Sabrina Sato e Vera Viel. “A técnica é a junção de ativos cosméticos revolucionários que drenam o líquido excedente, melhoram a circulação das pernas e facilitam a comunicação celular, além da máquina Leg Slim e a radiofrequência”, explica.


A profissional diz que o tratamento não é igual para todas. “Cada mulher, após uma minuciosa consulta, recebe a programação do seu Leg Slim 360º, que trata em uma única sessão celulite, gordura de culote e joelhos, flacidez e melhora do contorno das pernas em 360º.” Flavia indica fazer o Leg Slim 360º no máximo duas vezez por semana. “Em uma única sessão já é possível perceber os resultados, porém são indicados ao todo 10 sessões.”


LEGACY
Sucesso na clínica da Dra. Cristiane Coelho entre modelos como Isabeli Fontana, Fernanda Motta e Renata Kuerten, o Legacy é um aparelho de última geração que trata áreas com gordura localizada resistente, flacidez e celulite, incluindo as pernas.


Andressa Kilsa, fisioterapeuta da clínica, explica que a tecnologia causa um aquecimento dos tecidos que promove uma reação térmica. “Isso gera uma regeneração dos tecidos, um aumento da circulação sanguínea do local e a ativação da produção de fibroblastos. O resultado é uma pele mais firme, lisa e uma notável redução de medidas.” O bom é que o Legacy não é invasivo, é indolor e a sensação se assemelha a uma agradável massagem, segundo a especialista. A sessão dura 30 minutos, deve ser feita uma vez por semana e o indicado são 6 sessões. “Mas, dependendo do tipo de corpo e paciente, é possível sentir diferença já na terceira sessão.”


CUIDADOS ESSENCIAIS


DEPILAÇÃO

O tipo de depilação mais indicado para as pernas vai depender de pele e da quantidade de pelos de cada mulher, segundo Damiê De Villa, dermatologista do Kurotel – Centro Médico e Spa de Longevidade de Gramado (RS). “Quem tem pelos finos e pouco quantidade, a depilação com lâmina pode ser a mais indicada. Já se a pele não for muito sensível, a cera pode ser uma boa opção. Para quem quer ficar sempre sem pelos, a depilação permanente a laser/luz intensa pulsada é ideal. É importante consultar com um dermatologista antes de fazê-la e realizá-la com um profissional habilitado”, explica. A remoção de pelos a laser é inclusive uma boa opção para quem sofre com pelos encravados.


HIDRATAÇAO
Para ter uma pele lisinha não basta só fazer depilação, a hidratação também é fundamental para deixá-la macia. O dermatologista diz que é importante hidratar todos os dias, principalmente em dias frios e secos. Por isso, abuse de hidrantes e e óleos! Aproveite também para fazer uma massagem em casa ao usar o produto. “A estimulação da pele ativa a circulação e ajuda a diminuir o edema (inchaço) no local.”


Sobre os cremes redutores de medida e celulite, o especialista diz que geralmente esses produtos contêm ativos termogênicos que auxiliam no aumento do gasto energético localmente. “Eles podem ser colaborar no tratamento, mas sozinhos não têm o efeito esperado.”


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Travesti na novela das 9, Silvero Pereira se sente bem como homem ou mulher

Silvero Pereira fala sobre Nonato de A Força do Querer e as questões LGBT (Foto: Globo/Maurício Fidalgo)Silvero Pereira fala sobre Nonato de A Força do Querer e as questões LGBT (Foto: Globo/Maurício Fidalgo)

Silvero Pereira se define como uma pessoa que não gosta de se “encaixotar”. Livre de preconceitos e firme em suas opiniões, ele não deixa que ninguém o coloque para baixo. “Ser chamado de ‘viado’ e ‘traveco’ para mim é motivo de orgulho”, diz ele em entrevsita. Cearense de Mombaça, uma cidade de 50 mil habitantes, o ator de 35 anos – filho de operário e mãe lavadeira – é casado há nove com um dramaturgo, mas teve várias namoradas na adolescência.  


Foi pensando em defender atores transexuais e travestis que Pereira montou a companhia teatral AsTravestidas. Defensor dos direitos da comunidade LGBT, ele acredita que é preciso lutar por leis que defendam a todos: “Se não, vamos acabar revelando que o Brasil se finge democrático e libertário, mas é assassino e violento.”


Como tem sido a repercussão de seu personagem na novela?
SILVERO PEREIRA Faço teatro há 18 anos. Construí uma trajetória artística e política muito importante. Há 15 anos, me dedico às questões LGBT, de travestis, transexuais e transformistas, e  ganhei notoriedade, mas, claro, tudo isso está muito longe do que uma novela das 9 consegue proporcionar. Não consigo mensurar o tamanho disso tudo. Estou em cartaz em São Paulo com a peça “Brtrans“, e, outro dia, andando pela Avenida Paulista, pela primeira vez as pessoas me abordam para falar sobre o Nonato, meu personagem na novela. Nas redes sociais, tenho um Instagram bem ativo e, às vezes, entro ao vivo. Quando isso acontece, sempre aparece uma pessoa que decide me agredir. Reajo politicamente.


O que chama de reagir politicamente?
PEREIRA – Quando tentam me chamar de “viadão”, “traveco”, palavras que podem ser consideradas depreciativas e insultos, eu rebato dizendo que, para mim, elas são motivo de orgulho, adjetivos bem positivos. Esse tipo de atitude faz com que eu acabe levantando essa bandeira para outras pessoas que, no dia a dia, são agredidas e até espancadas. Costumo dizer: “Respondam [às agressões] e se sintam orgulhosas pelo que são”. É muito fácil julgar uma travesti que está na esquina se prostituindo. Mas qual a história dela? Precisamos nos aprofundar nessas questões, sair da superficialidade para entender o que ela sofreu desde criança. Ela está na rua tentando sobreviver.

Leandra Leal e Silvero Pereira na Parada do Orgulho LGBT, neste domingo (18) (Foto: Reprodução Instagram)Leandra Leal e Silvero Pereira na Parada do Orgulho LGBT, neste domingo (18) (Foto: Reprodução Instagram)

Quando decidiu ser ator?
PEREIRA – Minha irmã Cristiana e eu costumávamos brincar de show de calouros. Desde pequeno, gostava de me fantasiar. Trancado no banheiro, me sentia seguro para me expor, pois, sozinho, podia brincar com minhas fantasias. Alguns amigos na infância, principalmente as meninas,  compreendiam minha inclinação para as artes e participavam das minhas invenções. Mas só fui saber o que era teatro quando me mudei para Fortaleza, aos 17 anos. Quando assisti a primeira peça de teatro, descobri o que queria fazer na vida.

Silvero vive a travesti Elis Miranda em A Força do Querer (Foto: Fábio Rocha/TV Globo)Silvero vive a travesti Elis Miranda em A Força do Querer (Foto: Fábio Rocha/TV Globo)

Quando você contou à sua família que era homossexual?
PEREIRA –
Esse sempre foi um assunto difícil de falar com minha família, mas, de maneira natural, eles compreenderam que não podiam exigir de mim questões heteronormativas. Não podiam exigir namoradas, casamento, filhos, algo que eles tentaram  durante minha adolescência. Depois que me reconheci de fato, não permiti que ninguém interferisse em minha construção. 


Você se relacionou com meninas?
PEREIRA – Durante toda a minha adolescência, todas as minha relações foram com meninas. Primeiro namorei meninas; depois, passei a me relacionar com garotos. Foi um processo natural. Não gosto de me encaixotar na obrigação de me definir homossexual, bissexual. Gosto muito mais da liberdade de ser, do que da obrigação de definir. Essa é uma frase que tenho usado sempre. Hoje, aos 35 anos, sou feliz com minha identidade. Não me privo dos meus desejos, sejam eles por homens ou por mulheres. Permito que esses desejos aconteçam e, se tiver que ser por homem ou por mulher, que seja bem bonito para mim.


Como os travestis eram tratados em sua cidade natal?
PEREIRA – uma história muito perturbadora da minha infância: Há uma travesti em minha cidade, que mora lá até hoje, chamada Barbosinha. Sempre me disseram que ela tinha uma doença e eu não deveria me aproximar. Era uma espécie de lenda urbana que dizia que a gente não podia ter contato com a Barbosinha. Quando saí da minha cidade, eu era transfóbico. Fui obrigado a não gostar de Barbosinha, a pensar que ela era quase um bicho.  Mas, apesar de eu não ter compreensão sobre sexualidade e identidade de gênero, sentia interesse por esses temas, mesmo sem saber ainda me encaixar. Foi no teatro que compreendi que as pessoas tinham me feito pensar tudo errado.


Você sofreu preconceito no início de sua carreira?
PEREIRA – Sim, por fazer trabalhos para travestis. A classe artística começou a dizer que eu não era era ator, que deveria virar transformista e seguir os passos de minhas colegas nas boates. Mas enfrentei tudo e hoje digo: “Vocês estavam errados”. Hoje, há travestis que trabalham como  funcionárias públicas, são casadas, respeitadas. Claro que ainda existem muitas que são marginalizadas, mas o cenário é bem diferente de quando eu era mais jovem.


Por que você montou a companhia de teatro As Travestidas?
PEREIRA – Estamos num movimento muito bonito rumo à representatividade nas artes cênicas e me considero alguém que, de fato, contribuiu para esse movimento. Há 15 anos, no Ceará, acompanhei muitas amigas artistas largarem o teatro para trabalhar apenas em boates. A construção do meu grupo foi uma luta política, de resistência, para que as meninas voltassem ao  teatro. No grupo, temos três transexuais graduadas em artes cênicas. Somos em 12 integrantes e tem de tudo: hétero, homo, bi,  fluido de gênero, travesti, transexual e transformista.


O que falta para o seu grupo se multiplicar?
PEREIRA – Políticas públicas em defesa das questões LGBT. A área artística está à frente de outros setores. É preciso que as pessoas reconheçam que o Brasil é o país onde se mata mais travesti e trans no mundo. Não há políticas em defesa dessa comunidade. O Brasil se finge democrático e libertário, mas é assassino e violento.


Na TV, você prefere se ver como Elis ou Nonato?
PEREIRA – Me sinto tão feliz de barba quanto de cabelo comprido e usando vestido. O masculino é uma coisa que me interessa, me excita e me deixa feliz. Mas o feminino é algo que me comove, mexe comigo. Me sinto feliz das duas formas. Até uns 30 anos, me sentia confuso sobre a masculinidade, a feminilidade, mas agora transito normalmente. O teatro foi minha terapia e me ajudou intensamente a resolver essas questões.


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Rafa Brites posta foto com Rocco e diz que admira mães que cuidam dos bebês sozinhas

Rafa Brites (Foto: Reprodução/Instagram)Rafa Brites (Foto: Reprodução/Instagram)

Rafa Brites compartilhou um clique com o filho Rocco no Instagram,. Na imagem, o bebê, seu primeiro do casamento com o jornalista Felipe Andreoli, aparece dormindo no seu braço. 


Na legenda, a repórter do “Mais Você” contou um pouco da sua rotina com o filho e disse que tem alguém para ajudá-la cinco vezes por semana. Ela afirmou que admira mães que não tem ajuda para cuidar do filho, porque ela disse que nos dois dias que fica sozinha com o bebê, se sente  exausta.


“Eu realmente admiro mães que por opção, ou por falta dessa opção, não tem ajuda para cuidar de um bebê. Não sou alienada a ponto de não saber que ter uma empregada doméstica ou babá é para a minoria ínfima aqui no nosso país. Enfermeira então é o luxo dos luxos. Não daria nem para falar que em outros países isso é comum porque não é. Pelo contrário, são profissões geradas pelo modelo de vida da classe alta latina. Nos países da Europa, nos Estados Unidos, Japão etc é raríssimo. Eu sou uma dessas latinas, de determinada classe, que tem a opção de contar com esses serviços. Tenho pessoas 5 vezes por semana que, junto comigo e com o pai dividem a tarefa de cuidar do Rocco. Agora, nos dois dias que não tenho, fico exausta”, afirmou.


“Como o Felipe trabalha durante o final de semana fico sozinha mesmo. Não rola nem a casa das vovós porque elas moram em outra cidade. Aí, minhas costas doem demais. Me enrolo toda. Tomo banhos pela metade, secar o cabelo como podem ver pela foto, nem pensar. Para me vestir apelo para os canais de desenho (coisa que dizia que só deixaria depois de uma certa idade). Acumula louça, roupa, lixo com fraldas, não dou conta de esterilizar as coisas. Mas assim fica porque amanhã é segunda-feira e chega toda a turma que me ajuda. Mas e aí? Na sua casa que não chega ninguém? Nem amanhã nem depois? Sei que cada um analisa sua situação através da própria realidade, mas não tenho como não me ver como uma patricinha mimada ao reclamar que está difícil.”


Ela continou dizendo que o vínculo criado com o filho quando cuida dele sozinho é diferente. “Ao mesmo tempo, o vínculo criado nesses dois dias intensos é algo diferente dos outros. Certamente as mães que não contam com essa ajuda têm um vínculo maior com seus filhos. Algo doído de eu ter que admitir, mas sim, ao ter essa regalia toda, divido também a criação do meu filho com outras pessoas. Não que isso seja ruim, até porque são maravilhosas, provavelmente mais sábias do que eu. Mas é um fato. Pago pau para vocês mães 24h mão na massa. Ainda fazem o almoço, cuidam do filho mais velho. Como isso? Acho que minha couraça é muito fina mesmo, viu. É muito nhé nhé nhé. Parabéns. São exemplos pra mim, viu? TODO O MEU RESPEITO E ADMIRAÇÃO. Bom final de domingo, que no fundo dá quase na mesma que a segunda…”


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Valentino lança primeira campanha com Pierpaolo Piccioli sozinho na direção criativa

Rockstud Spike Bag, Valentino (Foto: Divulgação)Rockstud Spike Bag, Valentino (Foto: Divulgação)

Pierpaolo Piccioli comandou a direção criativa ao lado de Maria Chiuri por oito anos, mas ela deixou a maison para assumir o mesmo cargo na Dior, em julho de 2016. Desde então, a expectativa por um “trabalho solo” de ambos é grande  e ela acaba hoje, com a nova campanha da icônica Rockstud Spike Bag, sob direção de Pierpaolo, com fotografia de Terry Richardson.


“Juntos exploramos as ruas de lower Manhattan, em Nova York, pra descrever o modo com as pessoas comuns, escohidas aleatoriamente em um casting de rua, carregavam a bolsa. Um mesmo objeto, modos individuais de usá-lo. Queríamos captar a genuidade de ‘Humans of New York’ pra frisar a personalidade delas e o poder da diversidade. Ao mesmo tempo, longe do estereótipo do horizonte clássico, a Rockstud Spike foi fotografada no contexto street diário, em espaços icônicos que adaptam a realidade ao invés de aspirar um sonho”, disse Piccioli.


Veja mais fotos:

Rockstud Spike Bag, Valentino (Foto: Divulgação)Rockstud Spike Bag, Valentino (Foto: Divulgação)Rockstud Spike Bag, Valentino (Foto: Divulgação)Rockstud Spike Bag, Valentino (Foto: Divulgação)Rockstud Spike Bag, Valentino (Foto: Divulgação)Rockstud Spike Bag, Valentino (Foto: Divulgação)

 


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